Rui Francisco
Cenógrafo | Arquitecto

Nasceu em Almada, Maio de 1968. Estreou-se em 1989. É membro fundador da APCEN – Associação Portuguesa de Cenografia.
Percorre livremente os territórios da Arquitectura e Cenografia, destacando como arquitecto, Centro de Cidadania Activa, Setúbal e Teatro Meridional, Lisboa. É co-autor do Projecto de Arquitectura do Museu do Oriente, premiado como Melhor Museu Português de 2009.
No Cinema, destaca as cenografias para o documentário Quem vai À Guerra de Marta Pessoa e em ficção televisiva, Depois do Adeus e Mar Salgado de Patrícia Sequeira e Aqui Tão Longe de Jorge Cardoso. Em cenografia de festival de música, Rua EDP, NOS ALIVE 2016; em entretenimento televisivo, Brainstorm.
Em Teatro, destaca A Casa dos Anjos, com Ana Nave (Melhor texto português em cena, Prémio Autores SPA/RTP 2010); Serviço D’ Amores (Menção Especial da APCT – Associação Portuguesa de Críticos de Teatro, 2004) com Maria Emília Correia; Pelo Prazer de a Voltar a Ver com Marta Dias (Nomeação Melhor Trabalho Cenográfico, Prémio Autores SPA/RTP 2013). E Morreram Felizes Para Sempre…, Teatro Imersivo, encenação de Ana Padrão (Nomeação Melhor Trabalho Cenográfico, Prémio SPA/RTP 2016). Desde 2000, colabora com João Silva no Grupo de Teatro Terapêutico do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa.
É Cooperante e faz parte da Direcção Artística do Teatro o Bando, onde persegue em colectivo o Singularismo, destacando, Ensaio sobre a Cegueira, Saga (Prémio APCT 2008), Crucificado (Melhor Trabalho Cenográfico, Prémio Autores SPA/RTP 2010), Quixote (Melhor Espectáculo, Prémio Autores SPA/RTP 2011) e Jangada de Pedra, co-encenação com João Brites (Prémio Melhor Espectáculo TIME OUT 2013). Co-autor, com João Brites, e coordenador do Projecto Expositivo da Representação Oficial Portuguesa na 12ª Quadrienal de Praga – Espaço e Desenho da Performance, 2011. Participa na Quadrienal de Praga de 2015 com Clara Bento e João Brites com a intervenção Onde está o meu País?